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Archive for the ‘Outros’ Category

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novembro 13, 2010 Deixe um comentário

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Categorias:Outros

Não quero andar ansioso por coisa alguma

novembro 8, 2010 1 comentário

Fim de ano na faculdade, atividades com a rede de igrejas nos lares, trabalho no blog Conexão Eclésia (juntamente com meus companheiros @Sandroamd7, @Cristiano_Brum e @IderaldoCAssis), respostas no Formspring. Estou vendo que terei um pouco de dificuldade de manter o blog atualizado nesta semana.

Mas, durante esses dias, me comprometo a atualizar o blog com textos e vídeos que considero interessantes.

Abaixo transcrevo um texto publicado na revista Ultimato – março/abril 2010, cujo título é Não quero andar ansioso por coisa alguma.

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A partir de hoje, com a ajuda de Deus, vou me disciplinar no que diz respeito à ansiedade. Farei isso a partir do Sermão do Monte. Ali está o impulso original que devo abrigar, alimentar e expandir. Jesus desaconselha a ansiedade e mostra a sua inutilidade. Ele me diz para eu não me preocupar com as necessidades básicas de cada dia, tanto de hoje como de amanhã (Mt 6.25-34).

O exercício diário que me imponho voluntariamente é repudiar tantas vezes quantas forem necessárias qualquer sentimento impregnado de aflição, angústia, ansiedade, desconfiança, inquietação, medo, preocupação, solicitude e tormento. Não será fácil por causa da minha natureza humana e por causa da cultura no meio da qual eu vivo. É possível também que eu já tenha adquirido o vício da ansiedade. Porém vou reagir, vou lutar, vou resistir, na esperança de que Deus me cure desse mal.

Sei que existem dois tipos de ansiedade — a ansiedade real (ou racional) e a ansiedade irreal (ou irracional). Mas não pretendo justificar a ansiedade não imaginária e lutar apenas contra a ansiedade imaginária.

Estou ciente de que a ansiedade pode provocar distúrbios de saúde, como úlcera péptica, colite, asma e até doenças do coração. Sei também que ela pode tornar a minha vida e a vida dos que me rodeiam numa grande chatura ou mesmo num inferno. É muito desagradável conviver com uma pessoa demasiadamente ansiosa. Estou consciente de que a ansiedade é um pecado contra Deus, porque põe em dúvida o seu cuidado, a sua soberania, o seu amor, a sua providência. Logo atrás da ansiedade, está a incredulidade. É pecado por mais uma razão: o tempo e a energia gastos exageradamente com os cuidados desta vida — o que comer, o que beber e o que vestir — deveriam ser dedicados à expansão do reino de Deus, como Jesus explica no Sermão do Monte (Mt 6.33).

Para ser bem-sucedido na minha resolução de hoje, vou rever e memorizar textos que insistem no cuidado de Deus por mim: “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá” (Sl 37.5); “Entregue suas preocupações ao Senhor, e ele o susterá” (Sl 55.22); “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus” (Fp 4.6); “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (1Pe 5.7).

Mais uma providência pode me ajudar: não negar a minha ansiedade quando pessoas queridas disserem que sou ansioso nem quando a consciência e o Espírito me acusarem do pecado da ansiedade! Se eu agir assim, o Senhor certamente me curará, pois só ele pode fazer isso.

De hoje em diante a guerra contra a ansiedade está declarada e já começou!

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A morte da Morte

novembro 3, 2010 2 comentários

Ontem, dia de finados, a @patigeiger postou em seu blog um texto intitulado “A morte vai morrer”, e que trazia em si as palavras de Paulo em I Co. 15:54. Esse texto me fez lembrar de um artigo publicado pela revista Ultimato, na edição de março/abril de 2000, intitulado “A morte da morte”. Transcrevo abaixo o artigo da Ultimato. Vale a pena ler e refletir.

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Fonte: Ultimato março/abril – 2000

Por Jair Cordeiro*

Agradeço sinceramente a todos que vieram ao meu sepultamento hoje pela manhã: parentes, companheiros de fé e amigos. Vocês foram muitos atenciosos comigo e com minha família. Deus os abençoe.

Aproveito a comoção do momento para dar testemunho da minha esperança em Cristo, meu Salvador e Senhor meu. Mantive, ampliei e preguei até ontem, dia da minha partida, uma fé simples e bem firmada no sacrifício vicário e na pessoa de Jesus Cristo. Dou graças a Deus porque Ele arrancou o véu e me deixou ver o Senhor por meio das Escrituras.

Agora quero fazer um convite muito solene. Convido-os para o enterro da morte. Não posso fornecer-lhes a data nem o horário, mas, suponho, não vai demorar muito. Ela está morrendo aos poucos. Não há como escapar.

Por favor, não coloquem luto nem roupas sérias. Venham o mais informal possível, com peças bem coloridas. Todos quantos conhecem música, tragam seus instrumentos de corda e de sopro. De percussão também. As cornetas serão muito bem-vindas. Façam alarde e muito barulho. Pulem, dancem, levantem as mãos para o alto, mexam-se à vontade. Em qualquer outro enterro, isso seria impossível. Mas, no enterro da morte, tudo é possível. É dia de festa e não de dor.

Ao convidá-los para o único enterro festivo da história, parto do pressuposto de que vocês também acreditam na morte da morte. Não tenham a menor dúvida: a morte vai morrer. Além de ser um fato absolutamente lógico sob a perspectiva cristã, está escrito: “O último inimigo a ser destruído é a morte” (1 Co 15.26). Desde que foi assunto aos céus e assentou-se à direita de Deus, Jesus Cristo está colocando debaixo de seus pés todos os poderes do mal. Em sua agenda, a morte da morte está em último lugar.

Não os convido para uma revanche contra a morte. Convido-os para a mais solene de todas as comemorações jamais realizadas. Hoje proclamamos pela fé: “Onde está, ó morte, a tua vitória? onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1 Co 15.55.) Amanhã, no cortejo festivo da morte, não será por fé, mas por olhos. A festa é indispensável. Lembrem-se de quantas vezes vocês vieram aos cemitérios deste mundo para sepultar, debaixo de muita dor e muitas lágrimas, o cônjuge de muitos anos ou o filhinho de poucos anos. Naquele tempo era a vez da morte. Por ocasião da morte da morte, será a nossa vez. Se vocês ainda têm alguma dúvida, leiam o que está registrado na penúltima página da Bíblia: “Não haverá mais morte, nem lamento, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou” (Ap 21.4).

Ah, já ia me esquecendo de fazer uma sugestão: cantem a quatro vozes no enterro da morte o grande coro Aleluia, do oratório O Messias, de George Frederico Handel, entoado pela primeira vez em 1742.

* Jair Cordeiro é nome fictício. Por enquanto, o autor prefere permanecer no anonimato. A seu pedido, o texto será distribuído no dia de seu enterro.

Envie Bíblias para a China

outubro 26, 2010 3 comentários

Algumas frases…

R.C. Sproul:  “O humanismo não foi inventado pelo homem, mas por uma serpente que sugeriu que a busca por autonomia poderia ser uma boa ideia”.  – Veja  também Do jeito que o diabo gosta.………………..….

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John Piper: “A glória infinita de Deus nunca vai correr o risco de ser esgotada por nosso pensamento finito por melhor que este seja”. – Veja também Dúvidas e certezas… Incertezas e convicções…………………..

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C.S. Lewis: “Se você pensa em se tornar um cristão, eu te aviso que você está embarcando em algo que tomará você por completo”. – Veja também O que significa ser cristão?…….

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C. H. Spurgeon: “Não é a Bíblia que tem de ser mudada ou deturapada, mas nosso coração que precisa ser transformado”. – Veja também Como ler a Bíblia.………………

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Sérgio Franco: “Você só possui aquilo que você pode entregar, doar. Se existe alguma coisa que você possui, mas não pode doar, esta coisa é que te possui” (@Francoamd7).

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Sandro Lourenço: “Ser aprovado por Deus vale mais que ser agradável aos homens. Não negocie princípios.” (via @Sandroamd7)

Insigne – “Eu olhei o meu dia”

outubro 21, 2010 1 comentário

Música do Palavrantiga representado por Marcos Almeida e Filipe Flexa.

A Insigne aconteceu em Curitiba, no dia 20 de março de 2010.

www.myspace.com/filipeflexa

www.palavrantiga.com.br

Assista também:

– Coisas de Sábio – Filipe Flexa
– Pouco – Filipe Flexa

 

 

Livres para crer

outubro 14, 2010 4 comentários