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Como é fácil complicar o que é simples (4)

Imagem: Pensar e Orar

Os coríntios foram repreendidos por Paulo por estarem divididos. Cada grupo se denominava como sendo de Paulo, de Apolo, de Cefas ou de Cristo. Se isso foi motivo para que os coríntios fossem repreendidos pelo Apóstolo, o que seria dito aos cristãos do século XXI, os quais têm demonstrado uma incrível capacidade de criar nomenclaturas e se dividir em função delas?

Segundo Robinson Cavalcanti, até a Reforma Protestante existiam 4 ramos do Cristianismo. Ao fim da Reforma já eram 11. Chegamos ao século XVIII com cerca de 100, e no fim do século XX já haviam 38.000 denominações.

Parece que alguma coisa está fora do lugar, caminhando distante da oração de Jesus em João 17:21 – ”que todos sejam um … para que o mundo creia que tu me enviaste”.

Se a unidade da Igreja era algo que ocupava o coração de Jesus nos momentos que antecederam sua morte, ela também deveria ser alvo de nossas reflexões e nossas ações.

Pense nisso.

Série ‘Como é fácil complicar o que é simples’:
– Como é fácil complicar o que é simples (1)
– Como é fácil complicar o que é simples (2)
Como é fácil complicar o que é simples (3)
…….
Posts relacionados:
– Concordando em quase tudo – unidos em quase nada
– Não sabemos o que é Igreja
– Consumistas de todos os tipos

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Categorias:Igreja
  1. Vander Blumenau
    março 8, 2010 às 1:29 pm

    Reflexão importantíssima, entre as coisas relativas e absolutas ta aí uma absoluta : João 17:21. Ocorre que as coisas relativas à salvação humana têm ocupado o patamar de partida na carreira cristã, nesse patamar muitos crentes aprendem a valorizar as coisas relativas (o que vestir, o que comer, o que beber e etc) tornando-as absolutas em suas mentes o que por sua vez interfere na comunhão fraterna. Se vivermos para amar a Deus com todo entendimento e toda a força e amarmos ao próximo como a nós mesmos seremos capazes de priorizar a unidade da igreja frente as suas diferenças. Um grande abraço.

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