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Nossa esperança futura

O último fim de semana foi marcado por dias intensos e marcantes, onde os sentimentos variaram de um extremo ao outro. Numa noite, a alegria do nascimento do Abner, filho dos meus amigos Sandro Lourenço (@sandroamd7) e Graziela. Na noite seguinte, a tristeza do falecimento da Nani, uma irmã querida, vinculada à rede de igrejas da qual faço parte. Uma madrugada acompanhando a família e alguns irmãos na organização do funeral. A tarde do meu aniversário passada no velório. Ainda assim, durante a noite alguns amigos prepararam uma surpresa, e me presentearam com o livro Surpreendido pela Esperança, de N. T. Wrigth. Contudo, não perceberam a relação entre o livro e aquele momento, já que os temas abordados são a morte, a ressurreição, a esperança e como tudo isso pode afetar nossa vida no presente.

Essas situações favoreceram muitas reflexões, pois “melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração” (Ec. 7:2).

Hoje quero apenas postar mais um texto publicado pela revista Ultimato. Seu tema é a nossa esperança futura, a redenção de nossos corpos. Paulo, quando ensina sobre a ressurreição dos mortos, explica sua motivação para isso: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (I Ts 4:13). Somos o povo da esperança, e devemos sempre trazer à memória aquilo que pode renová-la.

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A Ressurreição do Corpo…

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É a certeza mais absurda e mais segura de todas as certezas produzidas pela fé cristã.

É a mais radiante luz no final do mais escuro e mais longo de todos os túneis da vida.

Não é gradativa, não é progressiva, não é evolutiva, não é dispersa. Ela acontecerá de repente, num abrir e fechar de olhos, de forma coletiva, perfeita e definitiva, tornando desnecessário qualquer outro avanço, qualquer outra experiência.

Marca o fim da história e celebra o grand finale, a apoteose advinda pela vitória de Jesus sobre a morte, a matriz da dor mais intensa e da humilhação mais profunda.

Significa a morte da morte, o enterro da morte, o desaparecimento da morte.

É a reconstrução do corpo criado originalmente à imagem e semelhança de Deus, mas que a queda tornou ao mesmo tempo pecador, corruptível e mortal.

É o retorno à vida de todos aqueles que foram sepultados e cremados, de todos aqueles que foram transformados em pó e cinzas, de todos aqueles que desapareceram no seio da terra, nas profundezas do mar e no espaço sideral sem deixar vestígio.

É a vitória final produzida pela ressurreição de Jesus, que derrubou por terra a prolongada e ostensiva vitória da morte.

É a mais surpreendente, a mais oportuna e a mais desafiadora de todas as esperanças.

É melhor do que a cura de qualquer doença terminal e do que o livramento temporário da morte. Tanto a cura como o livramento são muito bem-vindos, mas são meros adiamentos da morte, enquanto a ressurreição é a vitória consolidada da vida sobre a morte.

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  1. fevereiro 9, 2010 às 6:09 pm

    é por isso q eu trabalho. é por isso que eu quero ser constante. é por isso que que eu quero ser melhor. Porque eu tenho Esperança.

  2. Sandro Lourenço.
    fevereiro 23, 2010 às 11:48 am

    Aleluia!

    Sandro Lourenço.

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