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Um ano e meio em Curitiba

Nesta semana vou completar um ano e meio que fui enviado à Curitiba. Contando os dias no calendário, vejo que não passou muito tempo. Mas, pensando nas experiências vivenciadas neste lugar, afirmo que foi tempo suficiente para que fosse estabelecida uma relação forte e profunda com esta Igreja e com esta cidade. Se um dia eu tiver que sair de Curitiba, confesso que será tão difícil como foi sair do Rio de Janeiro. Carrego esta Igreja em meu coração, e reconheço que ainda fiz pouco por esta cidade. Quero fazer muito mais por Curitiba.

Cheguei a Curitiba em 19 de setembro de 2006. Inicialmente viemos em três: Eu, Dinho e Breno. Fomos enviados com o propósito de cooperar com a Igreja local tanto na área pastoral (discipulado, cuidado do rebanho etc.) como também no desenvolvimento de ministérios específicos. Desde então, cooperamos em diferentes ministérios (com novos discípulos, jovens, crianças etc.), além, é claro, de realizarmos o serviço comum (evangelização, apascento dos irmãos etc..).

Se me perguntassem qual é a primeira palavra que lembro ao pensar nesse período que estou aqui, eu diria fidelidade. Fidelidade do Senhor em cumprir Sua Palavra, Suas Promessas. A cada dia tenho visto o Senhor cumprindo sua palavra de Mateus 19:29 – ‘E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna’. Começamos a receber a recompensa da nossa entrega e renúncia aqui, na terra, e continuaremos a receber por toda a eternidade. Tenho visto aqui Deus acrescentando em minha vida experiências de provisão, e também tem me dado novos irmãos, irmãs, mães, pais, etc..

A Igreja em Curitiba hoje está vivendo por um momento de transição e adaptação. Estamos nos voltando com mais força para o ambiente onde a Igreja, como família que é, deve estar e de onde nunca deve sair: os lares, priorizando o convívio, o relacionamento, o compartilhar mútuo de vida e experiências.

Nesse momento que a Igreja está vivendo, a palavra que mais me enche o coração é a de Colossenses 3:16 – ‘A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria,ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos ecânticos espirituais, cantando ao SENHOR com graça em vosso coração’. No Corpo de Cristo, não há espaço para individualismos. Não pode haver espaço para a frase ‘cada um por si’. Muito pelo contrário, nós somos responsáveis uns pelos outros, somos pastores de nossos irmãos, e temos o dever de ensinar, admoestar e praticar todas as demais mutualidades citadas nas Escrituras. Mas, para isso, temos que cuidar também do nosso interior, do que enche o nosso coração, pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. Portanto, o que deve estar em abundância em nosso coração é a Palavra de Cristo, pois assim, não somente seremos guardados de pecar (‘Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti’ – Salmo 119:11), como também estaremos preparados para edificar a vida de nossos irmãos em toda e qualquer situação.

Que todos vocês fiquem na Paz de Cristo!

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Categorias:Anderson Paz, Outros
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